Já vivi coisas que eu não imaginaria
Qualquer coisa que vem à minha cabeça. Aqui, você pode encontrar desde uma obra prima até uma obra. Bem vindo e retire os sapatos! Você está entrando nos meus pensamentos. Uhauhauhahuah
quinta-feira, 16 de junho de 2022
carta à minha menina
Já vivi coisas que eu não imaginaria
segunda-feira, 22 de março de 2021
covid-19 x férias 2021
Depois de muito tempo, aqui estou de volta! Em meu querido "diário" aberto.
E por que eu voltei? Porque sempre voltamos para aquilo que é a nossa natureza. E a minha é escrever! Felizmente, ou não. Quem sou eu pra dizer? (Mas eu digo - é felizmente!).
Depois de tantas dúvidas, incertezas na vida, tropeços, escorregões e caídas de cara com a lama, metaforicamente, me formei. Fui pra festa, a última antes desta abestada pandemia que nos aflige há mais de um ano, já! E que peste!
Neste finalzinho de mês de Março, já estou no meu segundo mês de férias, do segundo ano de residência em Pediatria - especialidade que escolhi fazer, e que, Graças a Deus, estou, sim, gostando!
E, nestas férias, novamente como há um ano, não consegui viajar... resultado de uma pandemia que permanece sendo pandemia, e, para piorar, neste cenário, o Brasil está sendo o epicentro do coronavirus. Já fui vacinada, recebi as duas doses da coronavac. Porém fui a única da minha família, logo, meus pais e meus irmãos ainda não podem usufruir de uma imunidade artificial, o que os impede de cogitar viajarem comigo e, portanto, optei por não viajar sozinha. Tudo nesta vida é opção. E respeito pelo contexto em que minhas férias estão transcorrendo, com 3 mil mortes ao dia neste Brasil de meu Deus.
Os Ânimos aqui em casa sempre foram, vez por outra, exaltados, mas pelo meu ver, a pandemia está piorando tudo. Diferentemente de mim, que optei por fazer plantões coringa durante as férias, tanto para fazer algo útil em meu tempo quanto para conseguir alguns trocados, minha família está vivendo entre as muralhas de nossos muros de casa. Exceto para atividades essenciais, ou para visitar algum parente pois a necessidade e a saudade gritam, sim, eles permanecem enclausurados. A saúde mental não é a mesma. E fica difícil cobrar alguma reação pois o cenária do país é caótico. Trabalhar como em uma pandemia, se você não for da área da saúde? Estão todos exaustos com tantas notícias pessimistas.
Eu, confesso, não estou tão mal assim. Confesso que fecho meus olhos para alguns problemas. Não sou uma lata de lixo para internalizar cada porcaria que anunciam nos jornais. Foco no que está ao meu alcance de mudar : meus pensamentos; minhas ações; minha empatia com quem está ao meu lado. Não somos robôs. E nem tudo está perdido. Devemos, com calma, ir mudando o que se pode mudar, sem êxtase, sem precipitação. Um passo de cada vez, consegue-se percorrer um caminho. Só não esqueço que o pano de fundo não é favorável, e não minimizo a dor das familias que estão de luto. A humanidade está sofrendo, e eu abraço quem meus braços alcançam, desejando força para aqueles que estão longe.
Logo as minhas férias irão terminar, e não sei de que forma poderia fazer melhor proveito dos meus dias. Sinto uma ansiedade para o que está por vir, sinto um medo, uma angústia. Há muito trabalho pela frente. Muitos plantões ainda em fins de semana, muita cobrança. Ainda vou falhar algumas vezes. Questiono-me como poderia viver melhor esta última semana ociosa que corre. Seria não pensando demais? Seria não pegando plantões extras? Sabe, dinheiro não é tudo, muito pelo contrário. O que move o mundo, e disso eu já tenho plena certeza, com todos os meus 25 anos, daqui a pouco 26, que papai do ceu me deu, é o amor, a fé e a esperança. Amor, fé, e esperança para conosco, para com os demais e para com Deus ( ou a crença que você tenha). Somente o bom convívio é capaz de trazer mudanças, e alegria genuína. Meu trabalho, como médica, felizmente me ajuda a enxergar bem isso, me ajuda a aproveitar cada minuto que eu tenho com a minha família e me ajuda e ver que o Sol ainda brilha lá em cima, e que o céu continua azul, as estrelas brilhando, e a Terra gira, apesar das angústias a que somos postos. Portanto, da maneira que pudermos, que sigamos em frente. Seja enclausurados em casa, seja nos comunicando via internet (e ainda bem que temos este recurso), seja rezando.
Sempre existe algo para agradecer. Não deixe que os problemas sejam maiores que a sua fé.
Até logo! Um beijo!
quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
Sem título
terça-feira, 21 de janeiro de 2020
ESCUTE SEU CORAÇÃO
TUDO SERIA TÃO SIMPLES
QUE É COMO SE TUDO ESTIVESSE ONDE DEVERIA ESTAR
NA MAIS PERFEITA ORDEM
E SENTIRIA A VIDA BRILHAR SOB MEUS OLHOS
O ESFORÇO NÃO SERIA TÃO RUIM
O CAOS TOMARIA O EXATO ESPAÇO
RESERVADO ESPECIALMENTE PARA ELE
DENTRO DE MIM
MAIS FÁCIL SERIA ESCOLHER
DE ACORDO COM MEU CORAÇÃO
ELE IRIA, POR SI, GUIAR MEUS PASSOS
E DE OLHOS VENDADOS EU APONTARIA MINHA DIREÇÃO
COM TANTO AMOR ENXERGARIA A VIDA
UM FARDO SERIA APENAS A INJUSTIÇA
E, RESOLVIDA, LUTAR CONTRA ELA SERIA MAIS FÁCIL
SABENDO QUE MINHA MISSÃO ESTAVA SENDO CUMPRIDA
E, SOZINHA, COM CERTEZA ESTARIA MUITO BEM
ACOMPANHADA, ENTÃO, ESTARIA ÓTIMA
EMPREGADA OU NÃO, RICA OU POBRE, ARRUMADA OU DESCABELADA
A MINHA VIDA ERA O MEU PRÓPRIO NORTE
E, COM SENTIMENTOS, SEMPRE, DENTRO DE MIM
SENTIA QUE A VIDA ERA BELA, SIM!
E, PASSO A PASSO, UM CAMINHO ANDADO
E A CERTEZA DO DEVER REALIZADO.
domingo, 17 de novembro de 2019
Quem é o Melhor Médico?
domingo, 27 de outubro de 2019
NÃO ESTÁ CATALOGADO
De um acervo já bem grande de ensinamentos
Além de ter vasculhado entre sites de curiosos
Além de conselhos de especialistas
Eu li contos de fadas e retirei o desfecho das fábulas
Eu destrinchei todos os meios que pude
Pesquisei no ensinamento das religiões
No ceticismo da filosofia
E tentei a base firme da fé
Apesar de tudo isso
Ainda não tenho as respostas
Para as perguntas que tive
E, embora me machuque,
Minhas cicatrizes revelam
Meus maiores aprendizados
Nossos maiores amores não são premeditados
Não tem a forma, a definição que esperamos
Muitas vezes o amor só se mostra ao nosso coração
Depois de ter passado, caso você
Não se permita a tempo
E, aliás permitir-se é 50% dessa vida
Pois nossas dificuldades são, muitas vezes, psicológicas
Retire as amarras das suas mãos,
Liberte as correntes de seus pés
E se permita viver a imperfeição
Crie oportunidades nos becos mais obscuros
Seja a luz que todos precisam
Muitas vezes somos os agentes
De uma grande revolução
Nos outros, e dentro de nós mesmos
Temos que nos permitir enxergar
Temos que acreditar no que vivemos
Para poder usufruir ao máximo
Toda a mágica que existe em cada possibilidade
Em cada oportunidade
Em cada segundo do presente
Portanto, abra seus olhos,
Ouça quem quiser falar
Sente para conversar
E permita-se
Pois todas as teorias
Morrem
no exato instante
Em que não são colocadas em prática.
Coloquei em prática
A despedida, longínqua,
De um quase namoro
Separado virtualmente
Quem disse que aquele último
Seria o nosso último beijo?
Poderíamos voltar, para que eu o beije
Dignamente
Um último beijo preparado?
Poderíamos fazer tudo de novo, direito,
Pra que nos certifiquemos
De que não fizemos nada errado?
Pois não tenho mesmo tanta certeza
De que quero te perder
Mas também não tenho muita certeza
Se quero um dia casar com você.
Então fico aqui, sem saber
Desesperada,
De mãos atadas
Nem sei por quê.
Uma escolha mal feita desde o início
Pode caminhar pra um relacionamento tão intenso
Quanto uma escolha perfeita
Então pense bem
Antes de agir por impulso
Por ansiedade, por desilusão
Por saudade, por desinformação
Vai com calma, devagarzinho
Sem retirar os pés do chão
De mansinho em mansinho,
A roda volta a girar
A sua bicicleta anda
E longe você vai chegar
Mas sem pressa, sem desespero
E tente com calma enxergar
Que cada comida tem seu tempero.
segunda-feira, 5 de agosto de 2019
Sem tempo
Balança Negativa
Nada
Felizmente, tenho talvez as palavras necessárias e a experiência vivida necessárias para dar legitimidade e poesia a um "Devolva-me" atualizado e moderninho.
Delete os meus e-mails e
Não envie mais mensagens
Assim será melhor, meu bem!
As fotos que eu enviei
Se ainda tens, não sei
Mas se tiver, apague-as!
Evite minhas redes sociais
Que eu evitarei as suas também
Ainda deve ter a mesma rotina
Mas evito sentir falta dos seus "bons dias"
Delete os meus e-mails e
Prometo não te procurar mais
Assim será melhor, meu bem!
As fotos com você, deletei
Mesmo hesitante; solucei
Sem te olhar, já não há nada
Não há nada
Não há
Nada.
Apesar de ser um "Devolva-me" atualizado e "moderninho", anseio que o sofrimento, meu bem, seja exatamente o mesmo de antigamente.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
Inesperado
Não fui!
estudei!
comprei
De-
li-
ci-
o-
so
Daqueles que dão água na boca
pote de morango
Voltei conversando
Ainda bem que a felicidade
Só pra constar:
Ah....
quando eu tô feliz
Eu tenho certeza disso!
(Mas quando estou triste
Eu me pergunto -
Será que estou feliz?)
A felicidade é
Uma onda no caos
Um eco na infinitude
Um abraço invisível
Inesperado
Reformulação
pode ser nós mesmos
contorná-la pode ser subjetivo.
as vezes a pedra pode ser
um calo no pé ou
uma pedra no sapato.
Como contornar
minha visão sobre a pedra
como desfazê-la pedra
e reformá-la
uma estátua no caminho
como uma obra em mármore ?
ou virar Aleijadinho
minhas obras serão mais despedaçadas
Hei de tirar-lhes o coração
talvez em meu peito ele bata.
e aí tornar-me ei o próprio caminho
Para que ali em paz descanse a pedra
quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
terça-feira, 13 de novembro de 2018
Uma escada que sobe para baixo
Uma ladeira que desce para cima
Desce-se a escada ao pensar subi-la
Sobe a ladeira ao pensar descê-la
E nesse vai e vem incoordenado
Penso que... ao certo? Só o incerto serve!
Querer saber é garantir a desgraça
De correr atrás do inatingível
Pois a inteligência se dá ao acaso
Para quê correr? O saber voa!
São planos diferentes de uma planilha
e mesmo que se alcance o saber
Ele estará acima!
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
...Pensamentos de uma noite já deitada.
quinta-feira, 28 de junho de 2018
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Ginecologia e Geriatria
Antes de tudo, é sempre bom lembrar que a Geriatria abrange pessoas a partir de seus jovens 35 anos. É claro que a maior parte dos pacientes têm idades mais avançadas, porém, por motivo de buscar uma boa qualidade de vida na 3ª idade, o acompanhamento pode começar na prevenção das enfermidades que um corpo jovem mal assistido pode adquirir com o tempo, sendo um processo natural. Assim, a Geriatria atua na prevenção primária, secundária e terciária da saúde de seus pacientes.
Abraços!!!
.
sexta-feira, 18 de maio de 2018
Sinto saudades, ou nostalgia mesmo. Sinto saudades de quando a turma era toda reunida, e você não tinha que escolher com quem ficar.
Tenho saudades de ter todas as escolhas à minha frente, como um baralho de possibilidades, e escolher qualquer carta era simples questão de afinidade e prazer. Saudades de quando era tudo novo, mágico, e eu não me sentia pressionada a nada. Saudades de quando estudar era simples questão de entender, não de passar para se formar tão cedo quanto possível, como um mecanismo intrínseco, unidirecional. Saudades de estudar sem pressão alguma.
Saudades de me sentir digna, capaz e com propriedade no que digo, pois tudo é tão incerto. Não sei mais se meus sonhos são dignos de nota: eles estão focados demais estudando para saber o mínimo necessário, afinal, as provas exigem tanto.
Sou uma pessoa que foi feita para sair dos moldes, sei disso. Mas estou enquadrada. Fui moldada. E não estou no molde que meu artista imaginou ao me desenhar.
Eu sou o desenho que transborda do quadro, que arranca limites. Eu sou a pintura cuja tinta escorre pelo chão do museu. Os seus visitantes saem de lá com minha tinta em seus sapatos, em suas roupas, diferentes de como entraram.
Não olho para os outros quadros. Eles talvez estejam bem como são, não me importa. Se nasceram para ser inertes, não eu!
Eu sou uma pintura dinâmica.
Só às vezes esqueço,
me enquadro.
sábado, 5 de maio de 2018
Só lhe peço que não peça
segunda-feira, 30 de abril de 2018
Contudo, de tanto recolher respostas, perdera-se em suas próprias ponderações. Não sabia mais onde estava, quem se tornara. Sua juventude estava ameaçada. Sentia-se como um quadro surrealista.
Foi aí então que soube. Caro leitor, compreenda, o intuito aqui não é abordar o modo como ele soube, se me permite abafar sua curiosidade, mas não é isso, é que tenho outras tarefas para fazer. Porém, vou abrir uma exceção para evitar dismorfias no corpo do texto. Após ultrapassar uma porta, uma porta em um beco por onde o personagem nunca havia entrado. Então, aí, ele pôde ver seu futuro, de algum modo. ele pode sentir-se ali. E ele sentiu algo que seus hábitos não o proporcionavam, nem sua coleção de certezas: Calma.
E, sabendo que ficaria tudo bem, ele fechou a porta. Mas não a transpassara! Voltou pelo mesmo beco por onde entrara, e caminhou. Ao olhar para trás, o beco não mais ali estava. Fora um sonho?
Chegou em casa, tirou os sapatos. pensou em coloca-los na mesma prateleira onde sempre colocava. Mas os deixou do lado de fora, perto da porta, jogados no chão. Pensou em esquentar a comida. Um impulso o fez postergar para dali a pouco. Andou. Jogou-se no sofá. Fechou os olhos por um instante e sorriu, sem querer, pois era como se uma brisa leve tocasse seu rosto, numa tarde de calor, afagando seus cabelos gentilmente.
Ele sabia! Estava tudo certo. Sem pressa, aos poucos, tudo tem sua hora, pensou, e, mais do que isso, sentiu. Ainda podia sentir a sensação de estar do outro lado da porta. O seu futuro estava ali, o esperando, para recebe-lo. E sentiu-se tão grato que, por tanta gratidão, decidiu dar ao presente sua calma, pois com sua calma, ganharia também seu coração, colocando-o em tudo que fizesse, não para depois, mas a partir de agora, pois o futuro começa daqui a pouco.
E, assim, fechou os olhos, seguro de que, por mais que aquela sensação passasse, ele não esqueceria, e jurou depositar a sua fé no dia de hoje. Pois, naquele momento, teve a certeza de ser uma boa pessoa. Não precisou mais recolher emoções, histórias, sentimentos. Ele era ele. Ele não era a competição que ele sentia ao redor. Ele não era o número de vagas. Ele não era a pressão que ele mesmo se impunha. Ele era o presente dele mesmo e dos outros, no presente.
quarta-feira, 25 de abril de 2018
Sinto ternura e é quando vejo que amo minha avó, única viva por parte de pai e de mãe, quando ela escreve no whattsApp sozinha, sem que ninguém a ajude, em sua casa, falando que está "em horacao por todos voces". Assim, sem til, sem cedilhado no "c", sem acento circunflexo. Porém a horacao dela teve muito mais charme porque eu sei do seu verdadeiro sentido. Eu sei que a horacao não será apenas escrita, que ela será sentida, feita e desejada. Sei do amor que existe por trás de cada palavra na minha tela que aparece. Sei que tudo isso é fruto da inteligência dela e da vontade de estar perto das filhas, mesmo com suas seis casadas e já com seus próprios filhos. Apesar dos seus esquecimentos, da sua eventual tristeza ocultada, do esforço para andar, das breves, porém presentes, reclamações pontuais. Minha avó conta suas histórias como se tivessem sido vividas ontem. História de vida bem triste, porém repleta de superação que é o pilar de uma família grande, se construindo. Muito foi feito porque ela se superou. E hoje está aí, no WhattsApp, enviando mensagens, preocupada com as filhas que voltam tarde pra casa e com os netos. E ainda sorrio com suas mensagens: desorganizadas, surpreendentes, fora de ordem, desconexas, que quase ditam o esforço do aprendizado. Mas uma hora, a mensagem vai, e a gente lê, todo bobo, com carinho. Desse tipo de avó que dá mesmo vontade de abraçar pra sempre. Uma mensagem pra cada filha, e sempre uma oração pra todo mundo, ou horacao, que é a melhor dos mundos.
Outra forma boba de sentir ternura é com o segurança da porta de entrada dos fundos da minha faculdade. Normalmente, ele estaria ali hoje, mas deve ter sido promovido a guarda da frente, pois mudou de posição. Fui indo como sempre pra faculdade, mochila nas costas, com um Sol bonito no céu. Passando pelo portão, lá estava ele de guarda, como sempre, e eu, já acostumada. Então ele me acenou e disse: "boa aula!" e sorriu. Foi um gesto simples, porém me transmitiu uma tranquilidade e retidão, e ternura, que poucos bons dias são capazes de oferecer. E eu vi como eu sou mesmo boba, quando no ano passado, quando eu disse isso à minha terapeuta, ela riu, e eu, rindo, quase chorei, foi por pouco. Porque o amor é fácil de ser transmitido, só não é fácil estar aberto para isso, a ponto de percebê-lo. Quando você o percebe, você o multiplica, porque ele é contagioso. Mas não se pode cultivá-lo em laboratório, precisa-se vivê-lo se quiser usufruir de seus benefícios, e ensiná-lo.